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13.8.17

Texto - A diplomata analfabeta (2) – Manuela Ruivo

Agora, mais de um ano sem receber vencimento, vou comecar a revelar gentes e factos que pouco honraram Portugal.

A maior “diplomata” analfabeta que conheci, chegou a Bayonne (França),  no ano fatídico de 1996. Mas pouco interessa o ano. Era uma histérica que, ao chegar ao consulado, no meio da rua, buzinava repetidamente até que qualquer escravo … viesse arrumar o carro.

No interior do consulado, entrava a gritar, e no fim depois no fim do dia saia a gritar.

Infelizmente, um dia chegou-nos um acidente gravíssimo em que perderam a vida 13 cidadãos portugueses e muitos ficaram feridos. Como numero dois do Consulado, tratei de tudo ; contactos com a brigada da estrada francesa, operação de repatriamento dos feridos e a maior parte falecidos.

Mas antes do avião sanitário descolar, aparece a espavorida, em altos berros (como de costume) , a “ralhar” como era seu habito, com os Portugueses em destreza.

Muito tenho a dizer sobre essa senhora : falsificação de documentos de identidade seus ; Permanência ilicita no consulado, servindo-se dos funcionários e do telefone quando tinha já ordem hà mais de um mês para regressar a Lisboa…! 

Isso é roubo mesmo. Em breve contarvos-ei outras desventuras da Manuela Ruivo (“de mau pelo”)

13-08-2017

JoanMira